Sávio Barbosa - Jatene inelegível tenta reaparecer com conversa de violeiro pescador.

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Jatene inelegível tenta reaparecer com conversa de violeiro pescador.

O inelegível e ex-governador Simão Jatene, tenta de qualquer forma reaparecer no cenário político já que está chegando o período eleitoral né. Onde ele estava a pandemia toda?

Com sua carteira assinada, pescando e cantando ficou milionário junto com o filho e a filha; conhecidos pelos escândalos Cerpasa e Caso Dinheirinho; Esquece da gestão corrupta e fraudulenta dele com o Zenaldo e o Gilberto Martins quando fecharam todas as unidades básicas de saúde. Esquece quando o PSM 14 e as Upas de Belém fecharam as portas deixando as pessoas morrerem sem direito ao atendimento médico; Esquece quando Belém comprou azitromicina superfaturadas, quando comprou respiradores na “confeitaria e gráfica” na periferia do 40 horas superfaturada; Diz que não tem apego ao poder! Mas traiu quem o fez governador só para permanecer no cargo.

Agora todos os paraenses querem saber o que ele fez com o dinheiro do estado pois quando da sua gestão nunca investiu mais do que 4%, e o atual governo investe 8% no estado. Será que esses outros 4% foram colocados no apartamento do RJ da Izabela Jatene?! Ou será que estão nas terras do “primo bilionário Eduardo Salles” conhecido como Rei do Gado do nordeste paraense?!

Fala sério Jatene, teu passado te condena e já te mostra estando inelegível, estando isolado e sem prestígio nem no ninho tucano. Teu governo foi banhado por corrupção, só que por “sorte” teve um aliado como o PGJ que nunca questionou os escândalos, talvez porque premiou a esposa do PGJ com emprego no Tribunal de Contas e o cunhado Secretário de Saúde de Belém, o que rendeu a mudança da lei para manter no cargo o PGJ que continuaria dando proteção. Há, hoje tá Filho no tribunal contas; Filho da Izabela está no tribunal de contas na vaga que era do ex-marido. Como deixou de ser marido perdeu a vaga para o filho; A nora no gabinete do Tribunal de Justiça do Estado. A família de “carteiras assinadas” todos agasalhados para não perderem a costumeira de não fazer nada.