Sávio Barbosa - A matemática do Blefe é a Conduta dos Desesperados. 

Categorias

Mais Lidas

A matemática do Blefe é a Conduta dos Desesperados. 

Ao ler, em um blog, a citação de que a conduta de determinados setores políticos de Ananindeua, não condiz com a realidade, vejo a total desinformação quanto ao assunto em pauta. Talvez isso se deva ao fato desesperado de tentar emplacar uma candidatura que não decola e que vem sendo motivo de insatisfação no ninho tucano, atacando os próprios pré-candidatos que vêm apoiando a candidatura de Márcio Miranda. Cito como exemplo o absurdo em se afirmar que a eleição do Vereador Rui Begot para a Presidência da Câmara Municipal de Ananindeua, seria para “reforçar o time” do Prefeito Manoel Pioneiro, como se o mesmo não tivesse uma excelente relação com a Casa Legislativa há tempos.

Ainda no intuito de denegrir a imagem e de até criar inverdades, o dito blogueiro, ataca a candidatura do Vereador e atual Presidente da CMA, Dr. Daniel, dizendo que o mesmo vem “recebendo cantadas” do MDB e que não estaria apoiando o candidato indicado por Simão Jatene. Ora senhores! Política não é para amadores. É obvio e natural que uma candidatura que só vem crescendo, ao longo do tempo, seja alvo de ataques e de mentiras. Quem conhece a conduta e a história política do Vereador Dr. Daniel, sabe de sua fidelidade partidária e de sua coerência política. Tanto que, em tão pouco tempo, se tornou Vereador por dois mandatos e atual Presidente da Câmara Municipal, transformando-se em um dos homens de confiança de Manoel Pioneiro.

Acrescento, ainda, o fato de se jogarem números mentirosos, como se os Vereadores fossem meras peças de xadrex, nesse jogo político, criando-se factoides que só servem a interesses escusos e individuais, criando situações que não existem, através de estatísticas e blefes eleitorais. Que a candidatura de Márcio Miranda via mal das pernas, isso eu não duvido. Agora tentar justificar esse fato, com a ideia de que candidatos fiéis ao partido não o esteja apoiando é, ao me ver, o prenúncio de uma justificativa de que a derrota tucana é iminente, quando o adversário está do outro lado. Talvez seja um ato de desespero antecipado, quando volto a afirmar que em política o que menos existem são a inocência e os inocentes.