Sávio Barbosa - Miro já esteve na mira do MPF por propaganda eleitoral antecipada.

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Miro já esteve na mira do MPF por propaganda eleitoral antecipada.

Como antecipamos no blog, o deputado Miro Sanova poderá a qualquer momento ser notificado pela Justiça Eleitoral por campanha extemporânea. O candidato vem fazendo um espetáculo cínico (e caro) de propaganda eleitoral antecipada, em afronta pública à Justiça Eleitoral. 
Relembramos que em 2012, o então na época vereador Miro Sanova esteve na mira do Ministério Público Federal (MPF) com demais outros políticos, devido propaganda eleitoral antecipada. Na época o procurador eleitoral Igor Nery Figueiredo protocolou no Tribunal Regional Eleitoral (TRE/PA) as quatro denúncias contra pré-candidatos de Belém (prefeito) e Ananindeua (vereador), acusados de propaganda eleitoral irregular.
Na época estava Almir Gabriel (PTB), Edmilson Rodrigues (PSol) e Arnaldo Jordy (PPS), em Belém, e Miro Sanova (PDT), em Ananindeua, eram acusados de utilizar o horário de seus partidos na televisão para divulgar suas pré-candidaturas à eleição municipal. O procurador solicitou à Justiça a cassação do direito de os partidos veicularem a propaganda partidária no próximo semestre, punição prevista na Lei 9.096/1995.
Recentemente o deputado espalhou diversos outdoors pela cidade com fotos de sua logomarca onde já usou em outras campanhas eleitorais em alusão ao seu aniversário e diversas outras ações publicitária com fotos de sua família de forma apelativa e eleitoreira. Sem falar as suas redes sociais e assessores diretos que produzem materiais extremamente visual eleitoreiro incluindo seu nome e o número de campanha. 
Agora começou a fazer reuniões em bairros se dizendo coordenador de um “projeto” em busca de soluções para Ananindeua com a óbvia intenção de burlar a legislação lançando-se como candidato a Prefeito.  Miro tenta emplacar a “qualquer custo” uma candidatura em Ananindeua e de forma desesperada vem buscando grandes problemas já com justiça eleitoral. Denúncias já foram encaminhadas ao Ministério Público Eleitoral. Se conseguir se safar dessa, o candidato já começará sua campanha pagando multas à justiça eleitoral por cometer crimes eleitorais. Por enquanto a campanha publicitária desesperada e despreparada por sua comunicação segue impune.